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Sábado Cult

Postado em Arte, palavras com as tags em Maio 1, 2009 por rodbox

No último sábado pude fazer uma das coisas que mais gosto de fazer, ir a eventos culturuais. Desta vez estive na PUC central em Campinas para a vernissage de um dos maiores artistas do interior de São Paulo, ainda vivo e humilde chamado Dimas Garcia, um grande artista de fato. Para ser sincero não o conhecia em minha vida infame, após uma breve aula feita pelo nada menos célebre Paulo Cheida que aliás é curador de uma exposição no MACC chamada Olhar Latino trazendo parte do acervo do museu original para Campinas e onde fui após sair desta vernissage, pude entender um pouco mais da obra do mestre que lá estava, trocar umas palavras e aprofundar um pouco mais meu olhar artistico sob obras artes.

Sobre a exposição Olhar Latino, já está em seus últimos dias no MACC Campinas, estive lá em duas vezes e pude ver gravuras de diversos artistas latinos, óbvio, trabalhando com esta técnica rustica mas não menos encantadora, são obras fantáticas! Para quem sabe entalhar madeira entende sabe o quanto é necessário ter precisão e sensibilidade na produção das matrizes. Em resumo, um breve post considerando que aí estão os links e fica o convite para todos os que lêem, gostam de cultura ou querem saber mais o que acontece por estas cidades da região.

Segue algumas fotos:

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Mais fotos aqui

Feriadão Cult

Postado em Arte, palavras com as tags em Abril 21, 2009 por rodbox

vista_geralAproveitando o feriado, fui dar um pulo na FLIC – Festival Internacional da Leitura de Campinas – um evento que não entendi ao certo do “Internacional” no nome, pareceu-me um pouco tímido considerando a quantidade de stands de livrarias e editoras que lá estavam, talvez por ser a 1a edição, enfim, como nunca tinha ido a Estação Guanabara foi extremamente prazeroso passear por livros e mais livros numa antiga estação restaurada com um espaço bem amplo  capaz de fazer qualquer visitante sentir-se confortável além de ter banheiros dignos para eventos deste tipo e outras atividades oferecidas como: exibição de filmes, local para debates entre leitores e escritores, desenhistas fazendo caricaturas -  detalhe, grátis! – espaço infantil personalizado com cenários do Cocoricó, aliás, boa parte dos stands tinha conteúdo infantil, livros infantis de toda sorte para pais preocupados com os passos de seus filhos no mundo das letras.

Pude anotar sugestões de novos títulos, conhecer novas editoras, assinar o livro de presença e ver um contator de histórias lembrando trovadores da literatura e porque não dizer o front man palhaço do Teatro Mágico, ótimas horas de conversa e observação.

Aqui vai a dica cult, recomendo o evento que vai até o dia 26 deste mês, vale a pena dar um pulo lá e esperar os próximos.

Segue links sobre o local e evento:

CIS Guanabara

FLIC

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…dos livros que lí(3)

Postado em Arte, palavras com as tags em Março 29, 2009 por rodbox

Título: A Revolução do Bichos – Título original: Animal Farm
Editora: O livro foi lançado por várias editoras.
Lançamento: 1945
Autor: Geroge Orwell

Este é um livro que todo mundo deveria ler, emprega uma linguagem relativamente simples e nos faz refletir muito sobre política, poder e formas de governo.

O livro faz alusão direta a revolução Russa mas podemos perceber que situações parecidas ocorrem em muitos lugares do mundo, sem dúvida, uma profunda análise de como surgem ditaturas e poderes totalitátios.

Dei uma pesquisada no Google e ví que existem muitas resenhas e informações sobre o livro que valem por minha resenha, vale também ler sobre a vida do autor George Orwell que chegou  a lutar na guerra civil Espanhola.

Deixo dois links com resenhas e informações encontradas na pesquisa.

Resenha

Wikipedia

…dos livros que lí(2)

Postado em Arte, Futilidades, palavras com as tags em Fevereiro 23, 2009 por rodbox

Título: Guerra Relâmpago – The Shortest War
Editora: V.G.T.
Lançamento: 1967
Autor: Ury Paz

Este é um daqueles livros que não pode ser encontrado em edições recentes mas apenas em sebos ou se você der sorte, na prateleira da casa de um amigo na fileira do canto, a dos livros antigos.
Originalmente, lançado em 1967, um dos anos marcantes para o mundo e especialmente para o Oriente Médio que presenciou a conhecida “guerra dos seis dias” que é basicamente todo o assunto tratado neste livro.
Tentar entender a questão no seu âmago era um dos objetivos durante a leitura e pude concluir muitas respostas além de alguns fatos interessantes, sem dúvida esta leitura dá um olhar um pouco mais crítico sobre as informações dos conflitos que vemos constantemente na região, a longa questão entre árabes e judeus parece não ter fim, aliás, não teve em seis dias e provavelmente não terá nas próximas décadas, entre tantos fatores que levam nações ao extremo da violência fica claro pelas palavras do autor a manipulação propagantista  feita pelo lado árabe, em especial o Egito com um dedo russo, sempre que possível, a RAU – liga dos países árabes – acusava Israel (com base de informações russas no mínimo tendenciosas) de um iminente ataque ao lado árabe, o que não era verdade diante do histórico israelense nas Nações Unidas e insistentes vistorias nas fronteiras e exécitos dos países envolvidos nas acusações.
Vale considerar que Israel foi formado 10 anos antes a duras penas, logo uma expansão territorial estava totalmente fora de seus planos ficando óbvio a luta pela suasobrevivência como estado e seus diretos como nação incluindo o direito de defesa mas aos poucos e fatidigamente os esforços diplomáticos não conteram a máquina de propaganda alimentada por Nasser, presidente do Egito que tratou sorrateiramente de armar pactos de segurança com a Síria e Jordânia.
Quando o conflito se deu, a promessa de Nasser era riscar Israel do mapa, começando pela afronta de ter tomado o estreito de Tiran ao sul de Israel e impedindo a entrada de recursos naturais como petróleo, o levaram a iniciar uma das piores campanhas militares que se deu notícia.
Não houve tempo para mais conversas e morosidade diplomática por parte ONU, Israel manifestou sua indignação e agiu antes.

“O preço que o Egito pagou pela ambição megalomaníaca de Nasser é excessivamente elevado para que possa, ao menos, ser percebido pelos egípicios analfabedos. Pelo menos 10 mil pessoas morreram e foi perdido equipamento que valia mais de um bilhão e quinhentos milhões de dólares. 600 tanques foram destruídos ou capturados; 400 aviões destruídos e milhares de veículos, peças de artilharia, armas leves e munções foram apreendidos…”
O que torna a leitura empolgante é o nível de detalhamento e o desenrolar das tensões e combates, de maneira heróica, emocinante e gloriosa; a narrativa conta com cartas dos soldados a seus familiares, cria espectativas e nos faz refletir mais uma vez no valor da vida e o quanto custa a soberania de uma nação.
Para quem gosta de leituras de guerra, política e história, recomendo!

…dos livros que lí(1)

Postado em Arte, Futilidades, palavras com as tags em Fevereiro 10, 2009 por rodbox

Título: A Filosofia de Andy Warhol
Editora: Cobogó
Lançamento: 1975(US) / 2008(BR)

Escrito pelo próprio Andy Warhol e como o título sugere, é um livro para saber o que ele pensava e o que ele falava com sua mulher, não era exatamente uma mulher de vderdade e sim seu gravador que deu a base para o livro todo e foi sua companheira de vida registrando sua percepção de mundo.
Andy Warhol divide opiniões entre todas as pessoas que o conheceram pessoalmente e/ou conhecem sua obra, para alguns sua arte não é arte, para outros ele é um dos principais artistas e ícones do século XX, tanto que sofreu um atentado em 1968 da fundadora e membro único da Sociedade para Castrar Homens – em inglês – SCUM – Society for Cutting Up Men – os motivos que o levaram a sofrer o atentado não são citados no livro mas pode-se dizer que ele provocou muita gente achava sua arte ridícula e ofensiva.
Ao longo do livro percebi que se existe uma pessoa fruto do meio que vive, essa pessoa é Andy Warhol, em todo livro ele não faz uma referência a arte clássica, livros ou grandes personalidades históricas, exceto Picasso o qual faz uma referência e tenta produzir em seis meses a quantidade de obras que Picasso produziu em toda sua vida, uma tentativa frustada, as grandes referencias são marcas, nomes de pessoas famosas e tudo o que a televisão exibia.
Baseado em sua narrativa, fica claro a predominante influência da televisão para inspirar suas criações na década de 1960, a imagem simplesmento o fascinava, tanto que ele tinha quatro televisores em seu quarto, um tipo de fascínio que chamou a atenção pela forma que a vida era retratada e foi base para seus mais expressivos trabalhos: a famosíssima Pop Art – a massificação da mensagem como arte. Talvez o grande trunfo de Andy foi ter entendido como os meios de comunicação impunham o comportamento que desejavam e reproduzir isso como arte, fazer das relações pessoas x produtos, seu sustento, entendendo que “pessoas são produtos e produtos são pessoas”, muita gente pode achar isso um extremo absurdo mas para o mercado de consumo é absolutamente óbvio a tipificação de pessoas/produtos e vice versa, sua célebre frase – “… no futuro todo mundo terá seus 15 minutos de fama”, pode parecer sem sentido para nós hoje em dia mas tem provado ser veradade a cada reality show, isso dito na década de 1970 soava mais como um tiro a esmo do que uma profecia diante da personalidade fútil mostrada no livro, um cara que viveu solitariamente a maior parte de sua vida, adorava conversar no telefone com seus amigos(as), viciado em doces, caixinhas, televisão, dinheiro e claro, arte.
Fico imaginando se Andy Warhol estivesse vivo hoje, com seria o debate entre as mídias convergentes ou melhor, se ele tivesse 25 anos hoje como faria a crítica diante dos aparelhos de televisão full hd e TiVos da vida, qual seria o manifesto lançado por Andy após o advento da internet?
Sem dúvida, é o que faz deste artista uma personalidade polêmica, visionária, fútil e atual mesmo após sua morte em 1987, uma arritimia cardíaca após operação da visícula biliar.

Pixel Show 2008

Postado em Arte, palavras em Setembro 16, 2008 por rodbox


Rolou neste final de semana em São Paulo, a Pixel Show 2008 e estive lá, dia pago apenas para o domingo, se pudesse iria no sábado mas tive que escolher valeu cada centavo, não conhecia o evento, apenas ouvia falar da revista da Zupi que é uma das principais responsáveis por fazê-lo acontecer.
Definir o evento em poucas linhas seria uma falta de respeito dos que estiveram lá e todo conteúdo visual e auditivo recebidos, se você é interessado em tudo relacionado a criação audiovisual e não foi, lamento dizer, perdeu!
Foi uma daquelas chances de ter aquelas aulas de faculdade inesquecíveis com especialistas da área, coisa que não acontece todo os dias, mesmo, um evento que reúne arte urbana e suas aplicações em geral é raro.
Devo deixar registrado que o frio era cortante seguido de uma garôa tão fina que nem sei se posso chamar aquilo de garôa, ainda bem que essa parte foi mais a noite já na hora de ir embora, mesmo assim devo dizer que ví coisas inusitadas, por exemplo: um protesto de carroceiros dentro do Memorial da América Latina e uns garotos que corriam como se fossem índios, sim, naquele frio a molecada sem roupa, vestidos de umas saias de sapé ou seja lá o que for aquilo, deviam estarem se apresentando em algum lugar por alí, outra coisa não menos inusitada é notar que as ruas como em qualquer grande centro, fedem! As pessoas continuam confundindo árvores, concreto e cimento mal acabados em banheiros públicos, sem falar que quase tropecei em pelo menos uns três mendigos, esses caras aparecem do nada e não consegui deixar uma garrafinha de guaraná que bebia com um deles que havia me pedido, o trauma de ter sido assaltado mais do que uma vez me impediu de fazer isso, fiquei trincado por dentro mas não dei meia volta, história triste.
De volta a Pixel Show, sai completamente pirado, cheio de idéias e conceitos que irão influenciar minha vida pelo resto dos dias de minha vida, esse tipo de evento era o que precisava, uma baita injeção artística e produtiva de idéias, o lance é: tenha sempre papel e caneta na mão, anote suas idéias, acredito nos seus sonhos e vá fundo, claro, cada um vive uma realidade e nem todos conseguem transpor os muros e barreiras que os cercam, enfim, vou procurar me organizar melhor para poder brincar mais com tinta, textura e ferramentas eletrônicas, deixar a inspiração fluir, o que me faz lembrar da época que era moleque e fazia arte, no bom sentido e com muita paixão, não tinha grana mas tinha a arte.
Ilusão ou utopia? Tá aí. Fica o link do site com as informações do que rolou, é possível achar alguma coisa no youtube também.
Ah, queria dizer também que tem outra parte que faltou falar mas não posso tornar público, ainda não…

Design de prateleiras

Postado em Arte, Futilidades, Notícias em Março 5, 2008 por rodbox

Essa eu peguei no blog do Estante Virtual, 30 modelos de estantes para vocês decorarem a casa.
Aos meus amigos ligados ao design de objetos e leitores inveterados, segue link.
Prometo que assim que eu me entender com o CSS deixo o link deste site.

Having problems with "Tagger" children?

Postado em Arte, Notícias em Março 3, 2008 por rodbox

Parece até brincadeira mas essa eu tinha colocar aqui pra vocês, estava eu navegando pela net quando ví a estranha notícia nesse link.
A cidade de Santa Ana na California(US) publicou em seu site o cartaz abaixo mais 14 dicas para identificar se seu filho é um potencial “Tagger”, além do cartaz que ilustra claramente como os pais podem identificar em seus filhos as tais características e não serem surpreendidos com um belo telefonema da polícia em suas casas.
Apenas para pincelar, Tagger é o nome dado aos “pixadores”, que fazem aquelas letras que ninguém entende a não ser os próprios Taggers. Não irei abrir o debate ou julgar até que ponto isso é arte ou não, deixo isso agendado na pauta da lista de outros assuntos que abordarei futuramente, ok?!