Consumo, Tecnologia e Marketing(1)

23 07 2008

Comentei em outro post sobre a abundância de equipamentos eletrônicos que disposmos para mobiliar a casa e fazer com que nossos filhos queiram qualquer coisa menos sair de casa para brincar na rua onde mora o perigo, o comentário de hoje vem apenas reforçar a análise das transformações sociais entre homem e tecnologia, mais uma vez favorecendo o perfil de consumo para os próximos anos.
Escuto semanalmente os comentários do Arnaldo Jabor e que hoje comentou sobre o filme Nome prórpio de Clarah Averbuck – para quem não conhece é a autora de um livro chamado Máquina de Pimball – o filme retrata a vida da autora que manifesta suas angústias e sentimentos do dia-a-dia em seu blog, é dirigido por Murilo Salles e segundo a autora seria um retrato da geração atual.
Agora, o ponto é que das duas mil e cem ou algo próximo disso salas de cinema no Brasil menos de 2% exibem filmes da produção nacional, detalhe, ano a ano a produção de filmes nacionais aumentam graças a tecnologia e o interesse em se fazer mais filmes,desproporcionalmente o número de salas que tendem a diminuir e o número das pessoas que costumam pagar para ver a telona também, as classes A e B bombardeada por mais de oitenta por cento de todos os apelos na mídia estão deixando as salas pelo conforto das Tvs de LCD, home theaters e cabo, a-há! Mais um ponto para Faith Popcorn e seu “Relatório Popcorn” para quem leu sabe do que estou falando, a tendência do encasulamento parece ser mais real do nunca.
Uma boa solução seria o cinema digital on demand, ainda muito discutido sobre como adaptar as salas, custos de manutenção, técnicos especializados e gerenciamento pelos complexos de cinema, seria o fim da película? Talvez, as salas teriam ingressos mais acessíveis visto o incentivo que as distribuidoras dariam devido a economia na fabricação da película, os cinemas fariam o download do filme blockbuster ou não e atentenderiam o desejo do público e quem sabe diminuindo as disputas entre os filmes americanos e nacionais, levando as classes menos abastada a lotar as salas de cinema já que não teriam todo o conforto das casas dos ricassos, que tal?

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One response

15 08 2008
Andrey

Olá,

bem interessante as suas colocações que afetam o nosso cotidiano.

E obrigado pela citação do link com relação a cinema on demand.

Abraços

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