Reflexões

27 09 2009

Fico me perguntando qual deveria ser o papel dos seres humanos, ou melhor, encurtando a reflexão, como deveria ser nossas relações humanas? Evolução, crescimento, conhecimento, experiência, o que era antes já não é mais e que foi volta a ser alguma coisa.
Quanto tempo ficamos parados olhando a vida do vizinho, do amigo, dos tios, de quem quiser, acontecer e a nossa vida a mantemos parada?
Quantas pessoas passam pela nossa vida em um ano? Há fases que há encontros e desencontros, por exemplo, conhecemos muita gente na faculdade, no trabalho, no dia-a-dia e quantas nos preocupamos de fato, nenhuma resposta.
Com quantas pessoas devemos dividir nossa sinceridade e amor, se é que existe em algum de nós?
Cansei de contar o números de pessoas que passaram por minha vida e dei o valor errado, alguns mereciam muita atenção e outros nada, troquei os valores e lá se foram.
Outro dia ouvi uma frase muito boa – não me lembro o autor – mas ele dizia “Experiência é nome que a gente dá aos erros que cometemos ao longo da vida”, por uns bons minutos fiquei refletindo e tentando desconstruir a frase e montar minha própria conclusão, o máximo que consegui foi expressar um olhar de indignação. Desde então tenho me aprofundado nessas questões existenciais e volto pergunta inicial deste post.
Quais são as pessoas e os lugares certos que devemos dividir nossos esforços, criatividade e tempo?
Hoje em dia há uma pressão para uso e produção de nossos sentidos em prol de grandes organizações que nem sabemos suas reais intenções no topo da pirâmide, simplesmente dizem “siga a fila e lá no final você não se arrependerá!”.
Se você leu 1984 de George Orwell, deve ter percebido que esse pensamento é muito presente no personagem principal que passa quase todo o romance lutando consigo mesmo e o mundo todo a favor de sistema utópico, como se estivesse dentro de uma máquina auto-suficiente sem direção.
Qual o tamanho da esperança que você deposita em si mesmo? Qual a sua visão de futuro e que você tem desejado para si?
Ainda irei colocar em um romance todos os assombros, devaneios e epifanias que tenho.

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