…dos livros que lí(9)

16 09 2010

Título: O Reino das Mulheres
Editora: Livros do Brasil
Lançamento: 1970
Autor: Jerry Sohl

O livro faz parte de uma antiga coleção de F&C, talvez uma das mais antigas já publicadas chamadas coleção Argonauta, publicada na década de 70, não sei ao certo o ano de publicação do primeiro volume e nem do último, fato este que não importa neste momento.
O importante é saber sobre este número especificamente, o de número 25, com o título de O Reino das Mulheres de autoria de Jerry sohl, esta novela foi publicada nos Estados Unidos em 1953 sob o título de The Haploids que faz muito mais sentido quando se descobre onde o termo é usado na estória.
Travis, um jornalista que aguardava alta em seu quarto no hospital de Union City vê-se totalmente envolvido na trama quando vê uma mulher entrar no hospital correndo para dentro do hospital, horas antes, Travis havia se espantado com um velho que dava entrada prestes a morrer e aos gritos dizia haver uma conspiração sendo tramada e que todos estavam condenados, os gritos impressionavam tanto Travis não dormiu, ao ver a loira obstinada entrar no hospital resolve investigar e a vê entrar no quarto do velho, corre contra ela e pega-se em luta corporal até fazê-la desistir.
Em um pedaço de papel que o velho derrubava no chão, vê um desenho com o número 23 seguido de um X circulado de maneira elíptica com uma espécie de cruz abaixo, lembrando o símbolo de Vênus.
Na manhã seguinte Travis recebe a visita de seu amigo de redação Hal Cable, conta-lhe a história e em seguida a repete ao oficial Tomkins.
Em poucas horas mais pessoas dão entrada no hospital com os mesmos sintomas visto no velho que havia morrido antes de um exame para detectar o motivo de suas manchas no corpo. Aos poucos todos os homens estão contaminados e com os mesmos sintomas do velho menos Travis e um pequeno grupo de homens que não entendem exatamente o porquê de ainda não terem caído.
Com os principais médicos e autoridades reunidos, começa a alimentar a teoria de conspiração contra os homens uma vez que nenhuma mulher foi atingida pela praga. Ao tentar comunicação com outros estados americanos sobre os fatos, nota-se que todas as linhas telefônicas estão mudas e a televisão fora do ar, restando apenas o velho telégrafo. Com a cidade em pânico e o caos instaurado, as pistas vão sendo ligadas chegando a um aparelho eletrônico que emite ondas especiais e estavam em posse de uma das mulheres suspeitas, os aparelhos distribuídos por toda a cidade, sem saber o número ao certo de aparelhos existentes, estas ondas causavam as manchas e dores que afetam apenas as pessoas que não possuíam certo tipo sanguíneo, morrendo em questão de horas.
Ao investigar o DNA de uma das mulheres suspeitas, descobre-se a ligação com o desenho do velho do hospital, tratava-se de um ser haplóide e apenas os homens com tipo sanguíneo AB estavam imunes as ondas emitidas pelas mulheres.
O que resta é um pequeno grupo de homens prisioneiros que tentam impedir que esta conspiração siga em frente e tentar salvar o que restou do mundo.

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