Inaceitável

25 07 2010

Quase um mês sem post! Faça-me o favor, inaceitável para quem pretende ser habilidoso com esta arte.

Estou certo de que criatividade e inspiração se resumem unicamente a transpiração, não há nada que venha do além que não seja uma epifania, cansei de fazer textos mentais perfeitos enquanto meu corpo estava no lugar errado para transcrevê-lo, o que é uma grande bobagem.

Há algo que tenho feito para parar de me autocensurar e apenas escrever e essa é uma das principais dificuldades das pessoas que geram conteúdo, o árduo trabalho de escrever e resistir em apertar o backspace, um botão que deveria ficar desabilitado enquanto transpiramos. Voltando a minha filosofia, o ser humano se autocensura absurdamente visando a perfeição, o detalhe, a exaltação e se enchendo rápido de qualquer iniciativa de tão pesado que a tarefa fica.





Para 2010

28 12 2009

Para o ano que vem – logo mais – pretendo algumas coisas novas:
– Expor melhor minhas opiniões.
– Ouvir Jazz, isso mesmo.
– Colecionar romances de gênero “noir”.
– Quem sabe….
Tá bom, 3 objetivo para começar. As críticas ficam de fora e é basicamente passar a enxergar marrom no lugar do cinza, entendeu? Não? Problema seu! Eu que não vou desenhar.
Não preciso mudar o lado de fora se o problema tá em um único lugar e esse ninguém muda. Esqueça o passado.
Sugestão: dê um tiro no pé quem sabe você sinta alguma coisa.
Feliz 2010!





A superficialidade do "Eu te amo"

24 09 2008


Sinceramente, tenho um problema com isso, talvez, as três palavras mais ditas no mundo dos casais e a mais difíceis entre relaciomantos fragilizados ou marcados por grandes desencontros, o “eu te amo” é a frase mais complicada de ser explicada, medir destas palavras está longe de ser definido.
O “eu te amo” é medido nas entre linhas, é subjetivo, varia conforme intensidade do sentimento de cada um e pode esconder outras sérias intensões, desde a mais sublime no sentido de “eu te amo! Vou casar-me com você e estou guardando a grana e temos um compromisso” ou os piores dos interesses, do tipo “eu te amo mas no fundo isso não é verdade, só quero sexo grátos, sem compromisso, beleza?” ou seja, existem na sua maioria segundas e terceiras intenções resumidas nas três palavras sem consideração ao real significado.
Aí fica fácil, quando uma das partes não sabe o que dizer, no meio do hiato, uma reação, um gesto, quando se encontram ou no meio de uma discussão, falar um “eu te amo” simplemente omite vários desejos e esconde várias atitudes que deveriam ser mostradas, quem recebe interpreta de uma maneira e quem fala recebe de outra, cofuso? Definimos a palavra “paixão” e não o amor, não é para ser assim, paixão sim é momentaneo e inconseqüênte, deveríamos então dizer “Sou apaixonado por você!”, seria mais superficial mas definiria a máscara do bandido.
Pois bem, podem achar que sou ridículo, careta, que viajo na maionese ou sou um imbecíl mas algumas experiências me mostraram que o “eu te amo” não pode ser banalizado, disparado feito uma arma a esmo a todas as pessoas e rebaixá-lo ao mesmo nível de significados do tipo “gosto de você!” ou “você é legal…” não! A melhor maneira de dizer que ama alguém é, não falando, apenas com atitudes, isso, faz um gesto, crie um compromisso, respeite, se importe pela outra pessoa, coloque-se no lugar dela em determinadas situações, tente entendê-la, surpreenda com coisas boas, positivas, quando menos perceber você não precisar dizer mais nada e aí se rolar da outra parte entender o que você tá tentando dizer, será suficiente, por que não tentar explicar o amor de uma forma racional, será uma ótima delcaração ao menos sairá de você e será sincera, pode apostar.
Conto nos dedos as pessoas que amo, porquê? Por que para mim é difícil dizer, raras exeções conseguem dizer e demonstrar que amam, não sou perfeito e piso na bola, me esforço para tentar viver o que digo, isso é filosofia? Poesia? Problema psicológico? Eu não ligo a mínima, o fato é, superficialidade não rola…





Notas Psicológicas(2)

27 08 2008


Uma das coisas que mais me incomoda é o ócio, já escrevi alguns posts sobre isso e provavelmente este não será o último, claro que as vezes é necessário um tempo para não nos preocuparmos com nada, fazer coisas fúteis e até egoístas por uma questão de fugir de toda pressão do dia-a-dia, mas conviver constantemente com esse sentimento constantemente é desanimador e deprimente, gera o que eu chamo de “má vontade aguda”, nada mais é que outro sentimento de resistência a mudança e inovação presente em qualquer ser humano.
Há aqueles que acordam de mal humor e não querem serem vistos até fazerem algo de interessante ou simplesmente perpetuam este sentimento ao longo do dia arrastando respostas mal dadas para as perguntas de praxe dos amigos e familiares, simplesmente negam qualquer impulso para melhorar seu dia.
Este mal estar não só afeta os que acordam mal humorados mas também os que estão tão entediados no dia-a-dia que simplesmente negam qualquer atividade para sair deste estado, ou seja, ocorre o contrário, a pessoa não acorda mal humorada mas fica mal humorada quando é solicitada para alguma tarefa, que duro exercício é conviver com isso diariamente.
O ser humano tem a tendência natural ao comodisto e ao ócio, deixando a mente aberta para toda sorte de pensamentos não construtívos e as boas oportunidades passarem dizendo que a vida não lhe dá sorte.
O que fazer para mudar esta situação? Não é uma resposta fácil, lutar contra a própria mente seria uma alternativa, por isso proponho uma saída que para muita gente é considerado como filosofia positivista: não deixe sua mente se acomodar neste estágio ocioso, faça qualquer coisa que te impulsione, que te force a pensar, escute uma música, escreva, leia, desenhe, converse, produza algo que agregue valor durante esse períod mas não fique ocioso, não fique letargico diante do tempo, um dia ele vai te cobrar.





Auto análise

12 05 2008

Aqui vai um teste para você descobrir 5 coisas que você odeia profundamente, acredite segundo esse teste as coisas que você mais odeia nos outros está em você, ou seja, para você cria incoscientemente um bloqueio contra aquilo que te domina, por exemplo, pessoas que tem ou tiveram problemas com pornografia geralmente reprovam boa parte de filmes e programas de TV que mostram cenas sensuais ou nudismo.
Fazendo jus ao post de preconceitos e minha tentativa de lutar contra isso, pense em atitudes e opiniões que você odeia nos outros e tente fazer uma auto análise do porque, certamente você descobrirá que tem ou já teve algum tipo de envolvimento com aquilo. Você pode se surpreender se o problema estiver em você mas na maior parte dos casos, está.
Idéia tirada do livro “Jesus, o maoior pscicólogo que já existiu de Mark Barker. Recomendo.





Mea culpa?

8 05 2008

Se tem uma coisa que me deixa que me deixa fulo é confusão que as pessoas fazem entre favor e responsabilidade de algo, prestar um favor significa ajudar, por exemplo: seu colega precisa entregar um trabalho, um projeto, um rascunho que seja em formato ABNT na sexta-feira a noite e estamos na quarta-feira, você por ser legal e “idiota” oferece inocentemente ajuda a seu colega “…pode deixar eu faço isso pra você na quinta a noite, eu sou legal e suficientemente imbecíl para deixar meus compromissos e passar agradáveis horas noturnas colocando todas configurações que você pedir…” a outra pessoa diz “noooossa! Como você é demais! É o amigo que todo mundo queria, já que vai fazer isso, se der você pode fazer isso e aquilo outro, incluir tal coisa assim e assado?” no caso umas fotos e gráfico que você já tem de outros arquivos e pensa que servirá perfeitamente.
Passado a quinta feira, na sexta-feira você trás o tal projeto do fulano e mostra a pessoa com o senso de dever cumprido, a pessoa olha e diz “…não tá azul aqui?” você diz ” Ué… você não disse que queria isso azul? Apenas que formatasse e se desse colocasse os gráficos, foi o que consegui… não tá legal?” aí vem o agradecimento “.. é… tá bom… eu vou ver o que faço, acho que dá, se eu fizer assim… ninguém percebe…” silêncio e…??? Nem um pouco de obrigado? “Ah… já que você fez aquilo em azul eu entrego depois… dou um jeito. Nem que eu ficar com uma nota baixa, não tem problema” Como assim? Entrego depois? Como assim “nem que eu ficar com nota baixa”? A culpa é minha agora?
Bom… por essas e outras, entendo que não sei o que é favor, da próxima vez, não meto o bico onde não fui chamado. Estou sendo muito irônico?
Pronto, protestei!





Sobre o preconceito…

2 05 2008

Caros leitores, ultimante estou um pouco sem inspiração para postar alguma coisa nova, queria ter deixado este texto antes do fim do mês mas não deu. Coincidência ou não alguns fatos ocorrido nesses dias são pertinentes ao mesmo assunto, basicamente é a questão do preconceito.
Preconceito é uma tema que gera polêmica, não importa o campo de discução que ele seja abordado, é polêmico. A pergunta que faço é a mesma de uma campanha publicitária do governo federal de uns tempos atrás, o mote era “onde você guarda seu preconceito?”, na propaganda, um repórter sai pelas ruas fazendo essa pergunta aos transeuntes, a maioria pega de surpresa dizia “eu não tenho preconceito…” ou então os mais sinceros “.. não sei!”, o governo federal também fez uma campanha contra o racismo que é mais antiga ainda e que não entrarei no mérito e nem quero com isso jogar confete no governo federal, quero apenas chamar a atenção sobre a afirmativa que todos nós somos preconceituosos, a diferença é que uns já descobriram o que os incomodam e outos ainda não, mas somos.
O ponto que quero chegar é a reflexão sobre quantas coisas nós não conhecemos e prontamente despresamos ao menor sinal desta coisa, desde o garoto que fica no semáforo limpando vidros até a cor da parede da sala do vizinho do 17º andar. Pesquisando em alguns site achei site(s) que definem melhor os tipos de preconceitos e realmente é isso que rola, talvez, culpa do mundo moderno? O aumento vergonhoso de crimes bárbaros na sociedade? Falta de informação? Natureza humana?
Todos nós temos o direito de gostar ou não de algumas coisas, é o que chamamos de personalidade, disso eu sou a favor, desde que conheçamos o assunto, certo? Por exemplo: você tem todo direito direito de não gostar de um time de futebol, vamos pensar no Palmeiras, é uma questão de gosto mas isso não significa que irá evitar todos os palmeirenses do mundo pelo fato de torcerem por um time diferente diferente do seu, mesmo que as vezes dê vontade o bom senso não deixa, certo?! Tomara que sim…
Digo que todos nós somos preconceituosos por ser o caminho mais conveniênte, com a quantidade de informações que temos que absorver diariamente para nossa própria sobrevivência, é muito mais fácil rejeitar de cara a questão que o seu filho quer debater contigo do que tentar entendê-lo. Seria o preconceito da informação?
A questão de definir onde começa o preconceito é um tanto quanto difícil mas tenho por base o parágrafo acima, portanto: Abaixo o preconceito!